quarta-feira, 8 de setembro de 2010
ISMN Panel Meeting
Vai realizar-se, nos dias 14 e 15 próximos, o ISMN Panel Meeting, encontro anual das agências de ISMN (International Standard Music Number). O ISMN é o número internacional normalizado que identifica cada editor musical e cada publicação desse editor, equivalendo ao ISBN para a música impressa. A Agência Nacional do IS...MN funciona na BNP, através da Área de Música, e este ano recebe este encontro que se realiza todos os anos num país diferente. O encontro é fechado mas as suas decisões têm sempre repercussões positivas na actividade editorial dos países aderentes cujo número tem vindo a crescer de ano para ano.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Revista "Glosas"
Hoje, quinta-feira, pelas 21h, no Salão Nobre do Conservatório Nacional (Rua dos Caetanos, 29, no Bairro Alto em Lisboa), o MPMP, movimento patrimonial pela música portuguesa, faz a sua apresentação oficial ao mesmo tempo que lança a revista 'glosas'.

Um acontecimento a louvar e a divulgar.

Um acontecimento a louvar e a divulgar.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Grupo Vocal Arsis na Biblioteca Nacional de Portugal

Pela terceira vez a Biblioteca Nacional acolhe o Grupo Vocal Arsis, dirigido pelo compositor e maestro Paulo Brandão, desta vez para um concerto sacro constituído exclusivamente por música de compositores portugueses dos séculos XVI e XVII: Pedro Gamboa, Estêvão Lopes Morago, Francisco Martins, Diogo Dias Melgás e D. João IV.
O Grupo Vocal Arsis recorre às edições da Fundação Calouste Gulbenkian (colecção Portugaliae Musica) excepto na obra de Pedro de Gamboa, transcrita por João Pedro d'Alvarenga.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Concerto pelo Grupo Vocal Arsis
O Grupo Vocal Arsis inicia amanhã, na Igreja de Santa Catarina, em Lisboa, o ciclo de concertos sacros desta temporada de Quaresma/Páscoa.
O programa é exclusivamente constituído por música de compositores portugueses dos séculos 16 e 17.
Pedro de Gamboa, 1563?-1638
Sacerdote e compositor português, não se conhece o local do seu nascimento. Frade menor na paróquia de S. Paio de Arcos, em Arcos de Valdevez, foi ordenado presbítero em 1585. Terá então sucedido a Baltazar Vieira como mestre de capela na Sé de Braga. Manteve este lugar até cerca de 1591, quando se retirou para a freguesia de S. Salvador de Bente, perto de Braga, onde ficou até ao fim da vida.
Miserere nostri, Domine
Estrofes 20 e 30 do hino Te Deum laudamus
A peça Miserere nostri, Domine foi transcrita por João Pedro d’Alvarenga do manuscrito existente na Biblioteca Pública Municipal do Porto.
Estêvão Lopes Morago, 1570-1630
Nascido em Vallecas, perto de Madrid, Estebán Lopez veio ainda criança para Portugal onde passou toda a vida. Estudou música em Évora onde foi menino de coro e onde fez toda a sua formação, no Colégio dos Jesuítas. Foi mestre de capela da Sé de Viseu de 1599 a 1628.
Oculi mei
Introitus da Missa do 3º Domingo da Quaresma (Salmo 25(24):15-16)
Domine, ne memineris
Tractus da Missa de Quarta-Feira de Cinzas (Salmo 79(78):8)
Ambas as peças executadas neste concerto foram transcritas por Manuel Joaquim dos manuscritos provenientes da Sé de Viseu, sendo de assinalar que Oculi mei foi a primeira peça deste compositor a ter audição moderna, em 1941, sob a direcção de Mário de Sampayo Ribeiro.
Francisco Martins, 1617-1680
Nascido em Évora, iniciou a sua formação musical em 1626 ou 1627, como menino de coro no Colégio da Sé de Évora. Em 1647 já era Padre e Mestre de Capela da Sé de Elvas, aí permanecendo toda a vida. Os manuscritos das suas obras encontram-se na Biblioteca Municipal de Elvas.
Tenebrae factae sunt
Responsório das Matinas de Sexta-Feira Santa (Mat. 27:46)
Tristis est anima mea
Responsório do Nocturno de Quinta-Feira Santa (Mat. 26:38)
As peças excutadas foram transcritas por Mário Sampayo Ribeiro.
Diogo Dias Melgás, 1638-1700
Nascido em Cuba do Alentejo, iniciou os seus estudos musicais como menino de coro no Colégio da Sé de Évora, provavelmente em 1647. Aluno do Padre Bento Nunes Pegado, sucedeu-lhe no cargo de Mestre da Claustra, em 1663. Sucedeu a António Rodrigues Vilalva, no cargo de Mestre de Capela, em 1678. Teve de abandonar o lugar quando cegou, em 1697.
Ille homo
Antífona de quarta-feira depois do quarto Domingo da Quaresma (Jo. 9:11)
Salve Regina
Antífona das Completas de Domingo
D. João IV, Rei de Portugal, 1604-1656
Adjuva nos Deus
Tractus da Missa de Quarta-Feira de Cinzas (Salmo 79(78):9)
O programa é exclusivamente constituído por música de compositores portugueses dos séculos 16 e 17.
Pedro de Gamboa, 1563?-1638
Sacerdote e compositor português, não se conhece o local do seu nascimento. Frade menor na paróquia de S. Paio de Arcos, em Arcos de Valdevez, foi ordenado presbítero em 1585. Terá então sucedido a Baltazar Vieira como mestre de capela na Sé de Braga. Manteve este lugar até cerca de 1591, quando se retirou para a freguesia de S. Salvador de Bente, perto de Braga, onde ficou até ao fim da vida.
Miserere nostri, Domine
Estrofes 20 e 30 do hino Te Deum laudamus
A peça Miserere nostri, Domine foi transcrita por João Pedro d’Alvarenga do manuscrito existente na Biblioteca Pública Municipal do Porto.
Estêvão Lopes Morago, 1570-1630
Nascido em Vallecas, perto de Madrid, Estebán Lopez veio ainda criança para Portugal onde passou toda a vida. Estudou música em Évora onde foi menino de coro e onde fez toda a sua formação, no Colégio dos Jesuítas. Foi mestre de capela da Sé de Viseu de 1599 a 1628.
Oculi mei
Introitus da Missa do 3º Domingo da Quaresma (Salmo 25(24):15-16)
Domine, ne memineris
Tractus da Missa de Quarta-Feira de Cinzas (Salmo 79(78):8)
Ambas as peças executadas neste concerto foram transcritas por Manuel Joaquim dos manuscritos provenientes da Sé de Viseu, sendo de assinalar que Oculi mei foi a primeira peça deste compositor a ter audição moderna, em 1941, sob a direcção de Mário de Sampayo Ribeiro.
Francisco Martins, 1617-1680
Nascido em Évora, iniciou a sua formação musical em 1626 ou 1627, como menino de coro no Colégio da Sé de Évora. Em 1647 já era Padre e Mestre de Capela da Sé de Elvas, aí permanecendo toda a vida. Os manuscritos das suas obras encontram-se na Biblioteca Municipal de Elvas.
Tenebrae factae sunt
Responsório das Matinas de Sexta-Feira Santa (Mat. 27:46)
Tristis est anima mea
Responsório do Nocturno de Quinta-Feira Santa (Mat. 26:38)
As peças excutadas foram transcritas por Mário Sampayo Ribeiro.
Diogo Dias Melgás, 1638-1700
Nascido em Cuba do Alentejo, iniciou os seus estudos musicais como menino de coro no Colégio da Sé de Évora, provavelmente em 1647. Aluno do Padre Bento Nunes Pegado, sucedeu-lhe no cargo de Mestre da Claustra, em 1663. Sucedeu a António Rodrigues Vilalva, no cargo de Mestre de Capela, em 1678. Teve de abandonar o lugar quando cegou, em 1697.
Ille homo
Antífona de quarta-feira depois do quarto Domingo da Quaresma (Jo. 9:11)
Salve Regina
Antífona das Completas de Domingo
D. João IV, Rei de Portugal, 1604-1656
Adjuva nos Deus
Tractus da Missa de Quarta-Feira de Cinzas (Salmo 79(78):9)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Foi lançada ontem, no Teatro de São Carlos, a "Enciclopédia da Música em Portugal no Séc. XX".
«A Enciclopédia da música em Portugal no século XX (EMPXX) é a primeira grande obra de referencia dedicada à música praticada em Portugal ao longo do século XX. Com 4 volumes, inclui mais de 1250 entradas, 550 imagens, índices temático e onomástico. Abrange a música erudita, a música popular, a música tradicional, o folclore, o pop-rock, o jazz, o fado, a canção de Coimbra, e a música nas comunidades migrantes, abordando ainda modos expressivos em que a música desempenha um papel central, como a dança, o cinema e o teatro. Engloba os meios de comunicação de massa que tiveram impacte nos domínios musicais analisados, nomeadamente a edição de música impressa, a indústria fonográfica, a rádio e o cinema.
«A EMPXX foi realizada, com direcção de Salwa Castelo-Branco, ao longo de mais de uma década, no Instituto de Etnomusicologia (INET) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa por uma equipa coordenadora e editorial constituída por investigadores do INET. Contou igualmente com 151 redactores, incluindo etnomusicólogos, musicólogos, antropólogos, historiadores, sociólogos, críticos, especialistas em dança e outros investigadores e docentes em universidades portuguesas e estrangeiras. Beneficiou também das perspectivas de consultores nacionais e internacionais.
«Nos diversos domínios musicais contemplados, a EMPXX foca os compositores, intérpretes e agrupamentos musicais, professores, poetas e autores de letra, arranjadores e produtores, promotores e gestores culturais. Examina igualmente o percurso e a obra dos principais investigadores que, a partir de perspectivas disciplinares distintas, retrataram os universos musicais examinados. A Enciclopédia discute ainda o ensino (conservatórios, escolas de música, universidades, entre outros), os espólios de música escrita e gravada (arquivos, bibliotecas, e museus) e de um modo global as instituições reguladoras (universo associativo e instituições do estado). Descreve também diversos espaços de actuação e eventos significativos no desenvolvimento dos universos musicais. Caracteriza os instrumentos musicais utilizados no espaço português, nomeadamente na música tradicional, no folclore e no fado, bem como o contributo de construtores destes (organeiros e violeiros, entre outros), das fábricas de instrumentos e das lojas de música.
«A EMPXX dirige-se a um conjunto diversificado de leitores, abrangendo o público em geral, incluindo aquele ligado à música, músicos, críticos, estudantes e investigadores de música, das outras Artes e das Ciências Sociais e Humanas. Pela sua abrangência, rigor, documentação e originalidade de investigação, constitui uma fonte indispensável para músicos e outros artistas, para estudantes, investigadores, críticos, melómanos e para o público em geral.»
(Fonte: INET-MD)
«A Enciclopédia da música em Portugal no século XX (EMPXX) é a primeira grande obra de referencia dedicada à música praticada em Portugal ao longo do século XX. Com 4 volumes, inclui mais de 1250 entradas, 550 imagens, índices temático e onomástico. Abrange a música erudita, a música popular, a música tradicional, o folclore, o pop-rock, o jazz, o fado, a canção de Coimbra, e a música nas comunidades migrantes, abordando ainda modos expressivos em que a música desempenha um papel central, como a dança, o cinema e o teatro. Engloba os meios de comunicação de massa que tiveram impacte nos domínios musicais analisados, nomeadamente a edição de música impressa, a indústria fonográfica, a rádio e o cinema.
«A EMPXX foi realizada, com direcção de Salwa Castelo-Branco, ao longo de mais de uma década, no Instituto de Etnomusicologia (INET) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa por uma equipa coordenadora e editorial constituída por investigadores do INET. Contou igualmente com 151 redactores, incluindo etnomusicólogos, musicólogos, antropólogos, historiadores, sociólogos, críticos, especialistas em dança e outros investigadores e docentes em universidades portuguesas e estrangeiras. Beneficiou também das perspectivas de consultores nacionais e internacionais.
«Nos diversos domínios musicais contemplados, a EMPXX foca os compositores, intérpretes e agrupamentos musicais, professores, poetas e autores de letra, arranjadores e produtores, promotores e gestores culturais. Examina igualmente o percurso e a obra dos principais investigadores que, a partir de perspectivas disciplinares distintas, retrataram os universos musicais examinados. A Enciclopédia discute ainda o ensino (conservatórios, escolas de música, universidades, entre outros), os espólios de música escrita e gravada (arquivos, bibliotecas, e museus) e de um modo global as instituições reguladoras (universo associativo e instituições do estado). Descreve também diversos espaços de actuação e eventos significativos no desenvolvimento dos universos musicais. Caracteriza os instrumentos musicais utilizados no espaço português, nomeadamente na música tradicional, no folclore e no fado, bem como o contributo de construtores destes (organeiros e violeiros, entre outros), das fábricas de instrumentos e das lojas de música.
«A EMPXX dirige-se a um conjunto diversificado de leitores, abrangendo o público em geral, incluindo aquele ligado à música, músicos, críticos, estudantes e investigadores de música, das outras Artes e das Ciências Sociais e Humanas. Pela sua abrangência, rigor, documentação e originalidade de investigação, constitui uma fonte indispensável para músicos e outros artistas, para estudantes, investigadores, críticos, melómanos e para o público em geral.»
(Fonte: INET-MD)
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Como se faz a história do Fado?
Como se faz a história do Fado? Bibliografia, fontes documentais e arquivos sonoros
Conferência pelo Prof. Rui Vieira Nery, na Biblioteca Nacional de Portugal, dia 15, pelas 18h00.
Conferência pelo Prof. Rui Vieira Nery, na Biblioteca Nacional de Portugal, dia 15, pelas 18h00.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
IAML Newsletter n.º 30 a 33
Estão online os n.º 30 (Dezembro 2008), n.º 31 (Abril 2009), n.º 32 (Junho 2009), e n.º 33 (Julho 2009) da IAML Newsletter.
Peço desculpa aos meus leitores por ter estado tanto tempo sem dar estas ligações.
Peço desculpa aos meus leitores por ter estado tanto tempo sem dar estas ligações.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Missa Grande de Marcos Portugal
Sábado, 5 de Dezembro, às 16h00, na Biblioteca Nacional de Portugal, lançamento do CD "Missa Grande", de Marcos Portugal, pelo Coro de Câmara de Lisboa.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
António Teixeira e «As variedades de Proteu»
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sessão aberta sobre Tomás Alcaide

«Organizada pelo projecto de investigação “O Teatro de S. Carlos: as artes do espectáculo em Portugal”, do CESEM/FCSH-UNL, em parceria com o Museu da Música, esta sessão aberta irá reunir, num diálogo informal, alguns dos melhores amigos e antigos alunos de Tomás Alcaide – Carlos Fonseca, Álvaro Malta e Mário Moreau, contando igualmente com a presença especial da sua esposa, Asta-Rose Alcaide.
«De 12 a 30 de Novembro de 2009, o Museu da Música terá também patente uma exposição de peças e documentos do espólio de Tomás Alcaide, proporcionando assim ao público, um encontro mais próximo com este artista, verdadeiro embaixador português da arte lírica no mundo.
«Nascido em Estremoz em 1901, Tomás Alcaide parte aos 25 anos para Milão, ao encontro da sua ímpar e excelsa carreira artística, na qual foi ovacionado e reconhecido como um dos melhores tenores di grazia, nos mais prestigiados teatros de ópera do mundo, onde cantou sempre os papéis principais.
«A sua voz de belo timbre, aliada a um domínio absoluto do diafragma, permitiam-lhe passar do forte ao pianíssimo, quase inaudível, num smorzando que movia cascatas de palmas. Primava pela criatividade e perfeição enquanto actor, esforçando-se por ter um guarda-roupa de cena sumptuoso e cuidado ao mais ínfimo pormenor. Estas preocupações estéticas, somadas à sua figura alta, elegante, de pose distinta e sedutora, davam-lhe uma presença carismática, única e inesquecível, em palco.»
(Fonte: sítio web do Museu da Música)
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
António Teixeira (1707-1774): As variedades de Proteu
Conferência sobre António Teixeira e a sua obra «As variedades de Proteu», por Sílvia Sequeira, dia 12 de Novembro, no auditório da BNP, pelas 18h00.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A experiência arquivística do Archivo Historico Eclesiastico da Biskaia
Hoje, às 18h, na Sala de Expansão Missionária (1 º piso do edifício da Biblioteca da Universidade Católica), vai decorrer uma sessão pública sobre «A experiência arquivística do Archivo Historico Eclesiastico da Biskaia», promovida pelo Grupo de Arquivística Religiosa do Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR), aproveitando a deslocação a Portugal de uma equipa de arquivistas daquela instituição (http://www.aheb-beha.org/).
Mais informações no sítio do CEHR.
Mais informações no sítio do CEHR.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Viola ou guitarra? That’s the question!
«Na Biblioteca Nacional de Portugal guarda-se a maior colecção musical dedicada aos cordofones de mão, nomeadamente violas, guitarras e bandolins. Deste riquíssimo e diversificado repertório, que se inicia no séc. XVI e vai até ao XX, escolhemos para tema da nossa apresentação o cordofone de mão de caixa em forma de oito, e intitulámo-la Viola ou guitarra? That’s the question!.
«Em Portugal, desde os finais do séc. XVIII, o mencionado cordofone de mão aparece algumas vezes escrito indistintamente (sobretudo em manuscritos portugueses, nunca nas obras impressas), umas vezes com a grafia de viola e outras com a de guitarra, embora na realidade se trate do mesmo instrumento músico, de caixa em forma de oito e braço longo, montado com cinco ordens de cordas (duplas ou algumas triplicadas) ou, desde os inícios de oitocentos, com seis cordas simples. Se por um lado, o uso do vocábulo guitarra é tomado no séc. XVIII do nome com que este instrumento era designado em Espanha (Violas de mão que em Espanha chamaõ Guitarra, Morato, 1762), por outro (sobretudo desde o séc. XX) a hegemonia da língua inglesa vem contaminar a terminologia musical portuguesa, sobretudo no que respeita à designação deste instrumento, daí que tenhamos acrescentado, ao título da apresentação, um subtítulo em inglês.
«Questões da correcta terminologia musical a usar em português, são uma preocupação constante para quem tem a responsabilidade de catalogar e indexar muitas das obras contidas neste acervo. Para os técnicos da Área de Música da BNP estas questões de organologia e terminologia musical portuguesa são uma preocupação candente quando se deparam perante o dilema de saber qual o verdadeiro vocábulo a empregar na identificação das peças para os cordofones de mão.
«Este evento é acompanhado de uma exposição temática onde são mostradas algumas das mais significativas peças musicais e métodos do séc. XVII ao início do séc. XX (portuguesas e espanholas) tanto impressas como manuscritas e complementada com três instrumentos originais: uma viola francesa (ou violão) de meados do séc. XIX, uma guitarra portuguesa construída no Funchal por Matheus Januário da Silva (s.d., c. 1900) e um bandolim de inícios do séc. XX. Também se usaram duas gravuras (uma do séc. XVII e outra do início do séc. XIX) e um guache de c. 1832, provenientes da Área de Iconografia desta instituição.
«Para complementar a nossa apresentação, que se insere no programa Música na Biblioteca, faremos ouvir gravações pelos “Segréis de Lisboa”, de algumas das músicas expostas, sobretudo Modinhas e Lunduns dos finais do séc. XVIII e inícios do seguinte, para uma e duas vozes, acompanhadas pela viola de cinco ordens e pela viola francesa ou violão.»
MANUEL MORAIS (Fonte: sítio da Biblioteca Nacional de Portugal)
«Em Portugal, desde os finais do séc. XVIII, o mencionado cordofone de mão aparece algumas vezes escrito indistintamente (sobretudo em manuscritos portugueses, nunca nas obras impressas), umas vezes com a grafia de viola e outras com a de guitarra, embora na realidade se trate do mesmo instrumento músico, de caixa em forma de oito e braço longo, montado com cinco ordens de cordas (duplas ou algumas triplicadas) ou, desde os inícios de oitocentos, com seis cordas simples. Se por um lado, o uso do vocábulo guitarra é tomado no séc. XVIII do nome com que este instrumento era designado em Espanha (Violas de mão que em Espanha chamaõ Guitarra, Morato, 1762), por outro (sobretudo desde o séc. XX) a hegemonia da língua inglesa vem contaminar a terminologia musical portuguesa, sobretudo no que respeita à designação deste instrumento, daí que tenhamos acrescentado, ao título da apresentação, um subtítulo em inglês.
«Questões da correcta terminologia musical a usar em português, são uma preocupação constante para quem tem a responsabilidade de catalogar e indexar muitas das obras contidas neste acervo. Para os técnicos da Área de Música da BNP estas questões de organologia e terminologia musical portuguesa são uma preocupação candente quando se deparam perante o dilema de saber qual o verdadeiro vocábulo a empregar na identificação das peças para os cordofones de mão.
«Este evento é acompanhado de uma exposição temática onde são mostradas algumas das mais significativas peças musicais e métodos do séc. XVII ao início do séc. XX (portuguesas e espanholas) tanto impressas como manuscritas e complementada com três instrumentos originais: uma viola francesa (ou violão) de meados do séc. XIX, uma guitarra portuguesa construída no Funchal por Matheus Januário da Silva (s.d., c. 1900) e um bandolim de inícios do séc. XX. Também se usaram duas gravuras (uma do séc. XVII e outra do início do séc. XIX) e um guache de c. 1832, provenientes da Área de Iconografia desta instituição.
«Para complementar a nossa apresentação, que se insere no programa Música na Biblioteca, faremos ouvir gravações pelos “Segréis de Lisboa”, de algumas das músicas expostas, sobretudo Modinhas e Lunduns dos finais do séc. XVIII e inícios do seguinte, para uma e duas vozes, acompanhadas pela viola de cinco ordens e pela viola francesa ou violão.»
MANUEL MORAIS (Fonte: sítio da Biblioteca Nacional de Portugal)
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Exposições na Biblioteca Nacional de Portugal

Inauguram amanhã duas exposições na Biblioteca Nacional de Portugal:
A exposição e conferência «Viola ou guitarra, that's the question: métodos para cordofones portugueses, séc. XIX-XX» com coordenação e apresentação do músico e professor Manuel de Morais.
Na outra exposição, «Celebrando... Haydn», serão mostradas peças do acervo musical da BNP e com figurinos e adereços da produção da ópera L'Isola Disabitata, pelo Teatro nacional de São Carlos.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Doação à BNP de parte do espólio de Luís de Freitas Branco e do espólio de Nuno Barreiros/Maria Helena de Freitas

«No dia 23 de Setembro, pelas 15H30, terá lugar na Sala do Conselho da Biblioteca Nacional de Portugal a assinatura do Termo de Doação de parte do acervo documental do compositor Luís de Freitas Branco e do Espólio de Nuno Barreiros/Maria Helena de Freitas, doados à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) pelo compositor Alexandre Delgado
«Figura incontornável na história da música portuguesa, Luís de Freitas Branco (1890-1955) nasceu em Lisboa e recebeu de seu tio João de Freitas Branco os primeiros ensinamentos literários e musicais. Revelando um talento precoce, estudou composição, primeiro com Augusto Machado e Tomás Borba, depois com Désiré Pâque e Luigi Mancinelli.
«Entre 1910 e 1915 deslocou-se algumas vezes ao estrangeiro, completando a sua formação com Humperdinck, em Berlim, e com Gabriel Grovlez, em Paris. Datam deste período algumas composições que reflectem a influência das mais modernas correntes da música europeia, como o impressionismo francês e o atonalismo schoenberguiano, entre elas o poema sinfónico Paraísos artificiais, inspirado na obra homónima de Baudelaire (1913), e Vathek: Variações Sinfónicas sobre um tema oriental (1914). Desenvolveu uma importante acção pedagógica, colaborando com Viana da Mota na reforma do Conservatório Nacional, tendo sido seu subdirector entre 1919 e 1924. Esta reforma englobou medidas como a adopção exclusiva de solfejo entoado, a criação de cadeiras de cultura geral e a inclusão da classe de Ciências Musicais, dividida em Acústica, História da Música e Estética Musical que o próprio Freitas Branco passou a leccionar, entre 1916 e 1939. Como professor denotou uma atitude pedagógica voltada essencialmente para a orientação de vocações, tendo um papel importante na preparação de uma nova geração de compositores, destacando-se de entre os seus discípulos António Fragoso, Armando José Fernandes, Joly Braga Santos e Fernando Lopes Graça, a que se juntaram, na qualidade de seguidores, António Nuno Barreiros, Maria Helena de Freitas e José Atalaya.
«Como compositor, o período seguinte é marcado por algumas obras de carácter nacionalista, de que são exemplo as duas Suites Alentejanas, e de outras de raiz neoclássica e inspiração renascentista como os Madrigais Camonianos.
«Autor com importante produção ensaística, escreveu, entre outros títulos, A Música em Portugal (1927), Vida de Beethoven (1943) e D. João IV, Músico (publicado postumamente), sem esquecer, no âmbito da pedagogia, Elementos de Ciências Musicais (1922), Acústica e História da Música (1930) e Tratado de Harmonia (1930), livros que durante largos anos fizeram parte da bibliografia adoptada nos cursos de música do Conservatório Nacional. Exerceu também a actividade de crítico musical em periódicos como Diário Ilustrado, Monarquia, Correio da Manhã, Diário de Notícias, Diário de Lisboa e o Século. Em 1929 fundou a revista Arte Musical, da qual foi director até 1948.
«António Nuno Barreiros (1928-2001), musicógrafo, crítico e profissional de Rádio, nasceu em Castendo (actual Penalva do Castelo). Fez estudos de composição, instrumentação, estética e história da música com Luís de Freitas Branco, de quem se tornou incondicional seguidor. Em 1959, ingressou como assistente musical na antiga Emissora Nacional, ali ocupando sucessivamente os cargos de realizador, chefe do sector de música erudita, chefe de programas nacionais e director do Programa 2. Foi crítico musical permanente do Diário Ilustrado, do Diário de Lisboa e do Jornal do Comércio, além de colaborador assíduo noutros periódicos como a Gazeta Musical, Vértice, Boletim da Juventude Musical Portuguesa, Diário de Notícias, O Século e Comércio do Porto. Além de vasta produção escrita, de que se destacam ainda os artigos que escreveu para a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, proferiu inúmeras conferências e palestras sobre música e músicos portugueses.
«Maria Helena de Freitas (1913-2004) pianista e crítica musical, comentou ao vivo concertos e espectáculos de ópera. Manteve na Emissora Nacional, mais tarde RDP, um programa de grande longevidade dedicado fundamentalmente ao canto lírico, O canto e os seus intérpretes, emitido de 1959 a 2000. Muitas pessoas foram conquistada através desse programa para o prazer da ópera e para o conhecimento dos seus intérpretes mais significativos. Escreveu em jornais como A Voz, Diário Popular e Diário de Notícias.
«O conjunto documental agora doado à BNP pelo compositor Alexandre Delgado é constituído por manuscritos (autógrafos e cópias) de obras de Luís de Freitas Branco, bem como por textos e documentação variada de e sobre o compositor (programas, críticas e correspondência), reunidos pelo casal Nuno Barreiros/ Maria Helena de Freitas, e, ainda, por documentos relacionados com Freitas Branco produzidos por estes dois melómanos.
«Importa salientar que a BNP já integra no seu Arquivo de Música Portuguesa, os espólios de muitos dos grandes compositores citados na presente nota, designadamente Augusto Machado, Viana da Mota, Armando José Fernandes ou Joly Braga Santos.»
(Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Encontradas partituras inéditas de Heitor Villa-Lobos
(Imagem tirada daqui)«Três estagiários encarregados de fazer o inventário da área de manuscritos da biblioteca da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) encontraram partituras inéditas do compositor erudito Heitor Villa-Lobos, informaram nesta terça-feira, 18, fontes da própria entidade.
«O diretor da escola, André Cardoso, explicou que as partituras - segundo Cardoso, "obras preciosas e em perfeito estado de conservação" - correspondem à orquestração de quatro melodias do compositor francês Guy Ropartz (1864-1955).
«Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959) é considerado um dos maiores compositores brasileiros e música clássica e ficou famoso por atribuir sons da natureza e ritmos brasileiros em suas composições, tendo também participado da Semana de Arte Moderna de 1922.»
Fonte: Estadão
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Doação do espólio de Santiago Kastner à Biblioteca Nacional
Hoje, pelas 15h30, terá lugar a assinatura do Termo de Doação do Espólio de Santiago Kastner à Biblioteca Nacional de Portugal.
«Macario Santiago Kastner (1908-1992), musicólogo, instrumentista, professor, conferencista, crítico; nasceu em Londres e aí iniciou os seus estudos musicais. Posteriormente estudou cravo e piano na Holanda e na Alemanha, e ainda Musicologia e construção de instrumentos de tecla. A partir de 1929 instalou-se em Barcelona, prosseguindo os estudos de Musicologia com Higino Anglès e de instrumentos de tecla (piano, cravo e clavicórdio) com Joan Gilbert Camins. O seu interesse pela Música Antiga portuguesa trouxe-o a Portugal em 1934, aqui se radicando até à sua morte.
Inicialmente, a sua actividade em Portugal desenvolveu-se sobretudo como concertista e investigador; em 1947 foi nomeado professor do Conservatório Nacional, onde dirigiu, até 1984, as classes de Clavicórdio, de Interpretação de Música Antiga e, ainda, as de Cravo e História da Música. Com ele trabalharam muitos músicos ainda hoje activos (instrumentistas e cantores), em quem soube despertar o interesse pela recuperação e interpretação da música antiga. A sua actividade pedagógica estendeu-se a Espanha, onde foi também colaborador permanente do Instituto Espanhol de Musicologia (Barcelona), participando ainda em júris de exame em instituições portuguesas e estrangeiras.
Como conferencista, apresentou-se um pouco por toda a Europa, podendo referir-se a sua participação nas comemorações do quarto centenário da impressão da obra de Francisco Salinas (1513-1590), em Salamanca. Recebeu convites para leccionar em Universidades nos EUA e na África do Sul. O seu reconhecimento internacional levou a que fosse chamado a colaborar nas mais prestigiadas publicações científicas e de divulgação musicológica.
Como concertista, apresentou-se em recitais e em gravações para a rádio e televisão de diversos países europeus. Mas se o seu interesse se centrava na música para tecla, não deixou de lado o repertório renascentista, maneirista e barroco para instrumentos de sopro, para o que fundou e dirigiu o grupo de câmara Menestréis de Lisboa, com o qual se apresentou em Portugal e no estrangeiro.
Kastner deixou uma vasta produção científica que vai das edições críticas de obras para tecla de autores ibéricos a um estudo sobre Carlos Seixas, no qual se interessou, mais do que traçar uma biografia do compositor, em averiguar a questão ‘Seixas dentro da música europeia’, sendo mais tarde responsável pela edição crítica das 80 Sonatas deste autor.
O reconhecimento pelo trabalho de Santiago Kastner em prol da Musicologia e da Música Antiga ibéricas teve o devido reconhecimento ainda em vida, recebendo diversas homenagens e condecorações. Ainda no ano da sua morte foi publicada a obra Livro de homenagem a Macario Santiago Kastner (FCG, 1992).
O espólio agora doado à BNP por dois dos seus alunos mais próximos, os Professores Rui Vieira Nery e Manuel Morais, é constituído por correspondência profissional; publicações periódicas, textos soltos, recortes com críticas e crónicas da autoria de Santiago Kastner; documentos pessoais, fotografias, programas e críticas a concertos por ele realizados, cobrindo a sua actividade entre 1931 e 1992.»
(Fonte: Sítio Web da BNP
«Macario Santiago Kastner (1908-1992), musicólogo, instrumentista, professor, conferencista, crítico; nasceu em Londres e aí iniciou os seus estudos musicais. Posteriormente estudou cravo e piano na Holanda e na Alemanha, e ainda Musicologia e construção de instrumentos de tecla. A partir de 1929 instalou-se em Barcelona, prosseguindo os estudos de Musicologia com Higino Anglès e de instrumentos de tecla (piano, cravo e clavicórdio) com Joan Gilbert Camins. O seu interesse pela Música Antiga portuguesa trouxe-o a Portugal em 1934, aqui se radicando até à sua morte.
Inicialmente, a sua actividade em Portugal desenvolveu-se sobretudo como concertista e investigador; em 1947 foi nomeado professor do Conservatório Nacional, onde dirigiu, até 1984, as classes de Clavicórdio, de Interpretação de Música Antiga e, ainda, as de Cravo e História da Música. Com ele trabalharam muitos músicos ainda hoje activos (instrumentistas e cantores), em quem soube despertar o interesse pela recuperação e interpretação da música antiga. A sua actividade pedagógica estendeu-se a Espanha, onde foi também colaborador permanente do Instituto Espanhol de Musicologia (Barcelona), participando ainda em júris de exame em instituições portuguesas e estrangeiras.
Como conferencista, apresentou-se um pouco por toda a Europa, podendo referir-se a sua participação nas comemorações do quarto centenário da impressão da obra de Francisco Salinas (1513-1590), em Salamanca. Recebeu convites para leccionar em Universidades nos EUA e na África do Sul. O seu reconhecimento internacional levou a que fosse chamado a colaborar nas mais prestigiadas publicações científicas e de divulgação musicológica.
Como concertista, apresentou-se em recitais e em gravações para a rádio e televisão de diversos países europeus. Mas se o seu interesse se centrava na música para tecla, não deixou de lado o repertório renascentista, maneirista e barroco para instrumentos de sopro, para o que fundou e dirigiu o grupo de câmara Menestréis de Lisboa, com o qual se apresentou em Portugal e no estrangeiro.
Kastner deixou uma vasta produção científica que vai das edições críticas de obras para tecla de autores ibéricos a um estudo sobre Carlos Seixas, no qual se interessou, mais do que traçar uma biografia do compositor, em averiguar a questão ‘Seixas dentro da música europeia’, sendo mais tarde responsável pela edição crítica das 80 Sonatas deste autor.
O reconhecimento pelo trabalho de Santiago Kastner em prol da Musicologia e da Música Antiga ibéricas teve o devido reconhecimento ainda em vida, recebendo diversas homenagens e condecorações. Ainda no ano da sua morte foi publicada a obra Livro de homenagem a Macario Santiago Kastner (FCG, 1992).
O espólio agora doado à BNP por dois dos seus alunos mais próximos, os Professores Rui Vieira Nery e Manuel Morais, é constituído por correspondência profissional; publicações periódicas, textos soltos, recortes com críticas e crónicas da autoria de Santiago Kastner; documentos pessoais, fotografias, programas e críticas a concertos por ele realizados, cobrindo a sua actividade entre 1931 e 1992.»
(Fonte: Sítio Web da BNP
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Concerto pelo coro do Teatro Nacional de São Carlos
A Biblioteca Nacional de Portugal, associada ao Teatro Nacional de São Carlos, promove amanhã, sábado, pelas 18h00, um concerto integrado no projecto Música na Biblioteca.
O coro do Teatro Nacional de São Carlos e os solistas Filipa Lopes (Soprano), Natália Carvalho Brito (Meio-Soprano), Laryssa Savchenko (Meio-Soprano) e Carlos Silva (Tenor), dirigidos pelo Maestro Anton Tremmel e acompanhados ao piano por Kodo Yamagishi, apresentarão música de Purcell, Donizetti, Mendelssohn, Alfredo Keil, Gounod, Tchaikovski e Johann Strauss.
O coro do Teatro Nacional de São Carlos e os solistas Filipa Lopes (Soprano), Natália Carvalho Brito (Meio-Soprano), Laryssa Savchenko (Meio-Soprano) e Carlos Silva (Tenor), dirigidos pelo Maestro Anton Tremmel e acompanhados ao piano por Kodo Yamagishi, apresentarão música de Purcell, Donizetti, Mendelssohn, Alfredo Keil, Gounod, Tchaikovski e Johann Strauss.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Concerto pelo Quarteto Vianna da Motta

A Biblioteca Nacional de Portugal, associada ao Teatro Nacional de São Carlos, promove esta quinta-feira, dia 4, pelas 19h00, um concerto integrado no projecto Música na Biblioteca. Serão apresentadas duas obras, o Quarteto n.º 8 em dó menor op. 110, de Dmitri Schostakovich (1906-1975), e o quarteto em Sol Maior, de José Viana da Mota (1868-1948), cujo manuscrito integra o acervo musical da Área de Música da Biblioteca Nacional de Portugal. A execução estará a cargo do Quarteto Vianna da Motta.
Entrada livre.
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