quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ano Novo

A todos os amigos do Paper Music, desejo uma entrada com o pé direito em 2010.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Como se faz a história do Fado?

Como se faz a história do Fado? Bibliografia, fontes documentais e arquivos sonoros

Conferência pelo Prof. Rui Vieira Nery, na Biblioteca Nacional de Portugal, dia 15, pelas 18h00.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

António Teixeira e «As variedades de Proteu»


Para lembrar, quinta-feira, às 18h00, a conferência sobre António Teixeira e a sua obra «As variedades de Proteu», por Sílvia Sequeira.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sessão aberta sobre Tomás Alcaide


«Organizada pelo projecto de investigação “O Teatro de S. Carlos: as artes do espectáculo em Portugal”, do CESEM/FCSH-UNL, em parceria com o Museu da Música, esta sessão aberta irá reunir, num diálogo informal, alguns dos melhores amigos e antigos alunos de Tomás Alcaide – Carlos Fonseca, Álvaro Malta e Mário Moreau, contando igualmente com a presença especial da sua esposa, Asta-Rose Alcaide.

«De 12 a 30 de Novembro de 2009, o Museu da Música terá também patente uma exposição de peças e documentos do espólio de Tomás Alcaide, proporcionando assim ao público, um encontro mais próximo com este artista, verdadeiro embaixador português da arte lírica no mundo.

«Nascido em Estremoz em 1901, Tomás Alcaide parte aos 25 anos para Milão, ao encontro da sua ímpar e excelsa carreira artística, na qual foi ovacionado e reconhecido como um dos melhores tenores di grazia, nos mais prestigiados teatros de ópera do mundo, onde cantou sempre os papéis principais.

«A sua voz de belo timbre, aliada a um domínio absoluto do diafragma, permitiam-lhe passar do forte ao pianíssimo, quase inaudível, num smorzando que movia cascatas de palmas. Primava pela criatividade e perfeição enquanto actor, esforçando-se por ter um guarda-roupa de cena sumptuoso e cuidado ao mais ínfimo pormenor. Estas preocupações estéticas, somadas à sua figura alta, elegante, de pose distinta e sedutora, davam-lhe uma presença carismática, única e inesquecível, em palco.»

(Fonte: sítio web do Museu da Música)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

António Teixeira (1707-1774): As variedades de Proteu

Conferência sobre António Teixeira e a sua obra «As variedades de Proteu», por Sílvia Sequeira, dia 12 de Novembro, no auditório da BNP, pelas 18h00.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A experiência arquivística do Archivo Historico Eclesiastico da Biskaia

Hoje, às 18h, na Sala de Expansão Missionária (1 º piso do edifício da Biblioteca da Universidade Católica), vai decorrer uma sessão pública sobre «A experiência arquivística do Archivo Historico Eclesiastico da Biskaia», promovida pelo Grupo de Arquivística Religiosa do Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR), aproveitando a deslocação a Portugal de uma equipa de arquivistas daquela instituição (http://www.aheb-beha.org/).

Mais informações no sítio do CEHR.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Viola ou guitarra? That’s the question!

«Na Biblioteca Nacional de Portugal guarda-se a maior colecção musical dedicada aos cordofones de mão, nomeadamente violas, guitarras e bandolins. Deste riquíssimo e diversificado repertório, que se inicia no séc. XVI e vai até ao XX, escolhemos para tema da nossa apresentação o cordofone de mão de caixa em forma de oito, e intitulámo-la Viola ou guitarra? That’s the question!.
«Em Portugal, desde os finais do séc. XVIII, o mencionado cordofone de mão aparece algumas vezes escrito indistintamente (sobretudo em manuscritos portugueses, nunca nas obras impressas), umas vezes com a grafia de viola e outras com a de guitarra, embora na realidade se trate do mesmo instrumento músico, de caixa em forma de oito e braço longo, montado com cinco ordens de cordas (duplas ou algumas triplicadas) ou, desde os inícios de oitocentos, com seis cordas simples. Se por um lado, o uso do vocábulo guitarra é tomado no séc. XVIII do nome com que este instrumento era designado em Espanha (Violas de mão que em Espanha chamaõ Guitarra, Morato, 1762), por outro (sobretudo desde o séc. XX) a hegemonia da língua inglesa vem contaminar a terminologia musical portuguesa, sobretudo no que respeita à designação deste instrumento, daí que tenhamos acrescentado, ao título da apresentação, um subtítulo em inglês.
«Questões da correcta terminologia musical a usar em português, são uma preocupação constante para quem tem a responsabilidade de catalogar e indexar muitas das obras contidas neste acervo. Para os técnicos da Área de Música da BNP estas questões de organologia e terminologia musical portuguesa são uma preocupação candente quando se deparam perante o dilema de saber qual o verdadeiro vocábulo a empregar na identificação das peças para os cordofones de mão.
«Este evento é acompanhado de uma exposição temática onde são mostradas algumas das mais significativas peças musicais e métodos do séc. XVII ao início do séc. XX (portuguesas e espanholas) tanto impressas como manuscritas e complementada com três instrumentos originais: uma viola francesa (ou violão) de meados do séc. XIX, uma guitarra portuguesa construída no Funchal por Matheus Januário da Silva (s.d., c. 1900) e um bandolim de inícios do séc. XX. Também se usaram duas gravuras (uma do séc. XVII e outra do início do séc. XIX) e um guache de c. 1832, provenientes da Área de Iconografia desta instituição.
«Para complementar a nossa apresentação, que se insere no programa Música na Biblioteca, faremos ouvir gravações pelos “Segréis de Lisboa”, de algumas das músicas expostas, sobretudo Modinhas e Lunduns dos finais do séc. XVIII e inícios do seguinte, para uma e duas vozes, acompanhadas pela viola de cinco ordens e pela viola francesa ou violão.»
MANUEL MORAIS (Fonte: sítio da Biblioteca Nacional de Portugal)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Exposições na Biblioteca Nacional de Portugal


Inauguram amanhã duas exposições na Biblioteca Nacional de Portugal:

A exposição e conferência «Viola ou guitarra, that's the question: métodos para cordofones portugueses, séc. XIX-XX» com coordenação e apresentação do músico e professor Manuel de Morais.

Na outra exposição, «Celebrando... Haydn», serão mostradas peças do acervo musical da BNP e com figurinos e adereços da produção da ópera L'Isola Disabitata, pelo Teatro nacional de São Carlos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Doação à BNP de parte do espólio de Luís de Freitas Branco e do espólio de Nuno Barreiros/Maria Helena de Freitas


«No dia 23 de Setembro, pelas 15H30, terá lugar na Sala do Conselho da Biblioteca Nacional de Portugal a assinatura do Termo de Doação de parte do acervo documental do compositor Luís de Freitas Branco e do Espólio de Nuno Barreiros/Maria Helena de Freitas, doados à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) pelo compositor Alexandre Delgado

«Figura incontornável na história da música portuguesa, Luís de Freitas Branco (1890-1955) nasceu em Lisboa e recebeu de seu tio João de Freitas Branco os primeiros ensinamentos literários e musicais. Revelando um talento precoce, estudou composição, primeiro com Augusto Machado e Tomás Borba, depois com Désiré Pâque e Luigi Mancinelli.

«Entre 1910 e 1915 deslocou-se algumas vezes ao estrangeiro, completando a sua formação com Humperdinck, em Berlim, e com Gabriel Grovlez, em Paris. Datam deste período algumas composições que reflectem a influência das mais modernas correntes da música europeia, como o impressionismo francês e o atonalismo schoenberguiano, entre elas o poema sinfónico Paraísos artificiais, inspirado na obra homónima de Baudelaire (1913), e Vathek: Variações Sinfónicas sobre um tema oriental (1914). Desenvolveu uma importante acção pedagógica, colaborando com Viana da Mota na reforma do Conservatório Nacional, tendo sido seu subdirector entre 1919 e 1924. Esta reforma englobou medidas como a adopção exclusiva de solfejo entoado, a criação de cadeiras de cultura geral e a inclusão da classe de Ciências Musicais, dividida em Acústica, História da Música e Estética Musical que o próprio Freitas Branco passou a leccionar, entre 1916 e 1939. Como professor denotou uma atitude pedagógica voltada essencialmente para a orientação de vocações, tendo um papel importante na preparação de uma nova geração de compositores, destacando-se de entre os seus discípulos António Fragoso, Armando José Fernandes, Joly Braga Santos e Fernando Lopes Graça, a que se juntaram, na qualidade de seguidores, António Nuno Barreiros, Maria Helena de Freitas e José Atalaya.

«Como compositor, o período seguinte é marcado por algumas obras de carácter nacionalista, de que são exemplo as duas Suites Alentejanas, e de outras de raiz neoclássica e inspiração renascentista como os Madrigais Camonianos.

«Autor com importante produção ensaística, escreveu, entre outros títulos, A Música em Portugal (1927), Vida de Beethoven (1943) e D. João IV, Músico (publicado postumamente), sem esquecer, no âmbito da pedagogia, Elementos de Ciências Musicais (1922), Acústica e História da Música (1930) e Tratado de Harmonia (1930), livros que durante largos anos fizeram parte da bibliografia adoptada nos cursos de música do Conservatório Nacional. Exerceu também a actividade de crítico musical em periódicos como Diário Ilustrado, Monarquia, Correio da Manhã, Diário de Notícias, Diário de Lisboa e o Século. Em 1929 fundou a revista Arte Musical, da qual foi director até 1948.

«António Nuno Barreiros (1928-2001), musicógrafo, crítico e profissional de Rádio, nasceu em Castendo (actual Penalva do Castelo). Fez estudos de composição, instrumentação, estética e história da música com Luís de Freitas Branco, de quem se tornou incondicional seguidor. Em 1959, ingressou como assistente musical na antiga Emissora Nacional, ali ocupando sucessivamente os cargos de realizador, chefe do sector de música erudita, chefe de programas nacionais e director do Programa 2. Foi crítico musical permanente do Diário Ilustrado, do Diário de Lisboa e do Jornal do Comércio, além de colaborador assíduo noutros periódicos como a Gazeta Musical, Vértice, Boletim da Juventude Musical Portuguesa, Diário de Notícias, O Século e Comércio do Porto. Além de vasta produção escrita, de que se destacam ainda os artigos que escreveu para a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, proferiu inúmeras conferências e palestras sobre música e músicos portugueses.

«Maria Helena de Freitas (1913-2004) pianista e crítica musical, comentou ao vivo concertos e espectáculos de ópera. Manteve na Emissora Nacional, mais tarde RDP, um programa de grande longevidade dedicado fundamentalmente ao canto lírico, O canto e os seus intérpretes, emitido de 1959 a 2000. Muitas pessoas foram conquistada através desse programa para o prazer da ópera e para o conhecimento dos seus intérpretes mais significativos. Escreveu em jornais como A Voz, Diário Popular e Diário de Notícias.

«O conjunto documental agora doado à BNP pelo compositor Alexandre Delgado é constituído por manuscritos (autógrafos e cópias) de obras de Luís de Freitas Branco, bem como por textos e documentação variada de e sobre o compositor (programas, críticas e correspondência), reunidos pelo casal Nuno Barreiros/ Maria Helena de Freitas, e, ainda, por documentos relacionados com Freitas Branco produzidos por estes dois melómanos.

«Importa salientar que a BNP já integra no seu Arquivo de Música Portuguesa, os espólios de muitos dos grandes compositores citados na presente nota, designadamente Augusto Machado, Viana da Mota, Armando José Fernandes ou Joly Braga Santos.»

(Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Encontradas partituras inéditas de Heitor Villa-Lobos

(Imagem tirada daqui)

«Três estagiários encarregados de fazer o inventário da área de manuscritos da biblioteca da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) encontraram partituras inéditas do compositor erudito Heitor Villa-Lobos, informaram nesta terça-feira, 18, fontes da própria entidade.
«O diretor da escola, André Cardoso, explicou que as partituras - segundo Cardoso, "obras preciosas e em perfeito estado de conservação" - correspondem à orquestração de quatro melodias do compositor francês Guy Ropartz (1864-1955).
«Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959) é considerado um dos maiores compositores brasileiros e música clássica e ficou famoso por atribuir sons da natureza e ritmos brasileiros em suas composições, tendo também participado da Semana de Arte Moderna de 1922.»
Fonte: Estadão

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Doação do espólio de Santiago Kastner à Biblioteca Nacional

Hoje, pelas 15h30, terá lugar a assinatura do Termo de Doação do Espólio de Santiago Kastner à Biblioteca Nacional de Portugal.

«Macario Santiago Kastner (1908-1992), musicólogo, instrumentista, professor, conferencista, crítico; nasceu em Londres e aí iniciou os seus estudos musicais. Posteriormente estudou cravo e piano na Holanda e na Alemanha, e ainda Musicologia e construção de instrumentos de tecla. A partir de 1929 instalou-se em Barcelona, prosseguindo os estudos de Musicologia com Higino Anglès e de instrumentos de tecla (piano, cravo e clavicórdio) com Joan Gilbert Camins. O seu interesse pela Música Antiga portuguesa trouxe-o a Portugal em 1934, aqui se radicando até à sua morte.

Inicialmente, a sua actividade em Portugal desenvolveu-se sobretudo como concertista e investigador; em 1947 foi nomeado professor do Conservatório Nacional, onde dirigiu, até 1984, as classes de Clavicórdio, de Interpretação de Música Antiga e, ainda, as de Cravo e História da Música. Com ele trabalharam muitos músicos ainda hoje activos (instrumentistas e cantores), em quem soube despertar o interesse pela recuperação e interpretação da música antiga. A sua actividade pedagógica estendeu-se a Espanha, onde foi também colaborador permanente do Instituto Espanhol de Musicologia (Barcelona), participando ainda em júris de exame em instituições portuguesas e estrangeiras.

Como conferencista, apresentou-se um pouco por toda a Europa, podendo referir-se a sua participação nas comemorações do quarto centenário da impressão da obra de Francisco Salinas (1513-1590), em Salamanca. Recebeu convites para leccionar em Universidades nos EUA e na África do Sul. O seu reconhecimento internacional levou a que fosse chamado a colaborar nas mais prestigiadas publicações científicas e de divulgação musicológica.

Como concertista, apresentou-se em recitais e em gravações para a rádio e televisão de diversos países europeus. Mas se o seu interesse se centrava na música para tecla, não deixou de lado o repertório renascentista, maneirista e barroco para instrumentos de sopro, para o que fundou e dirigiu o grupo de câmara Menestréis de Lisboa, com o qual se apresentou em Portugal e no estrangeiro.

Kastner deixou uma vasta produção científica que vai das edições críticas de obras para tecla de autores ibéricos a um estudo sobre Carlos Seixas, no qual se interessou, mais do que traçar uma biografia do compositor, em averiguar a questão ‘Seixas dentro da música europeia’, sendo mais tarde responsável pela edição crítica das 80 Sonatas deste autor.

O reconhecimento pelo trabalho de Santiago Kastner em prol da Musicologia e da Música Antiga ibéricas teve o devido reconhecimento ainda em vida, recebendo diversas homenagens e condecorações. Ainda no ano da sua morte foi publicada a obra Livro de homenagem a Macario Santiago Kastner (FCG, 1992).

O espólio agora doado à BNP por dois dos seus alunos mais próximos, os Professores Rui Vieira Nery e Manuel Morais, é constituído por correspondência profissional; publicações periódicas, textos soltos, recortes com críticas e crónicas da autoria de Santiago Kastner; documentos pessoais, fotografias, programas e críticas a concertos por ele realizados, cobrindo a sua actividade entre 1931 e 1992.»
(Fonte: Sítio Web da BNP

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Concerto pelo coro do Teatro Nacional de São Carlos

A Biblioteca Nacional de Portugal, associada ao Teatro Nacional de São Carlos, promove amanhã, sábado, pelas 18h00, um concerto integrado no projecto Música na Biblioteca.
O coro do Teatro Nacional de São Carlos e os solistas Filipa Lopes (Soprano), Natália Carvalho Brito (Meio-Soprano), Laryssa Savchenko (Meio-Soprano) e Carlos Silva (Tenor), dirigidos pelo Maestro Anton Tremmel e acompanhados ao piano por Kodo Yamagishi, apresentarão música de Purcell, Donizetti, Mendelssohn, Alfredo Keil, Gounod, Tchaikovski e Johann Strauss.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Concerto pelo Quarteto Vianna da Motta


A Biblioteca Nacional de Portugal, associada ao Teatro Nacional de São Carlos, promove esta quinta-feira, dia 4, pelas 19h00, um concerto integrado no projecto Música na Biblioteca. Serão apresentadas duas obras, o Quarteto n.º 8 em dó menor op. 110, de Dmitri Schostakovich (1906-1975), e o quarteto em Sol Maior, de José Viana da Mota (1868-1948), cujo manuscrito integra o acervo musical da Área de Música da Biblioteca Nacional de Portugal. A execução estará a cargo do Quarteto Vianna da Motta.
Entrada livre.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Mapa etno-musical de Portugal no Centro Virtual Camões

Do sítio web do Instituto Camões:
«A música tradicional portuguesa está bem e recomenda-se. E vai ter a partir de Abril um mapa etno-musical em linha no Centro Virtual Camões, que mostra a distribuição pelo território da música e dos instrumentos musicais característicos de cada região, permitindo ainda ler a propósito textos explicativos e ouvir peças ilustrativas.
«O projecto é da autoria Júlio Pereira, um dos músicos que maior actividade tem desenvolvido pela preservação dos instrumentos tradicionais portugueses, e conta com a colaboração do historiador e produtor musical João Luís Oliva, responsável pelos textos do mapa, e com o grafismo de Sara Nobre.
«Na base do mapa estão os levantamentos feitos pelo etnólogo Ernesto Veiga de Oliveira, que foi director do Museu de Etnologia e que «dedicou cerca de 40 anos da sua vida ao estudo das raízes tradicionais» portuguesas, conjuntamente com Benjamim Pereira, e pelo muito conhecido musicólogo Michel Giacometti.»
(In: sítio web do Instituto Camões. Continuar a ler aqui)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Doação do espólio de Joly Braga Santos à Biblioteca Nacional de Portugal


No próximo dia 17 de Fevereiro, pelas 16h00, terá lugar na Biblioteca Nacional de Portugal a cerimónia de assinatura do Termo de doação do Espólio de Joly Braga Santos, cerimónia que contará com a presença da Secretária de Estado da Cultura e com a intervenção do compositor e musicólogo Alexandre Delgado.

Nascido em Lisboa a 14 de Maio de 1924, José Manuel Joly Braga Santos revelou desde muito cedo um elevado talento musical tendo iniciado estudos de violino aos seis anos. Estudou composição com Luís de Freitas Branco de quem recebeu uma forte influência técnica e estilística na primeira fase da sua produção musical. Aos 24 anos foi para Itália fazer estudos de aperfeiçoamento em Direcção de Orquestra com Herman Scherchen (Veneza, 1948). Mais tarde esteve no estúdio experimental de Gravesano, com Antonino Votto (1957-1958) e fez mais estudos de Composição com Virgilio Mortari (Roma, 1959-1960). A partir do final da década de 50 a sua obra revela também influência destas experiências europeias.
Foi ainda professor de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório Nacional de Lisboa, dirigiu a Orquestra da Emissora Nacional e publicou regularmente críticas de música.
Sendo a sinfonia o género em que melhor exprimiu o seu talento criativo, a dimensão, qualidade e diversidade da sua obra musical colocam-no entre os maiores compositores portugueses do Século 20.
Faleceu em sua casa, em Lisboa, a 18 de Julho de 1988.

O espólio documental agora doado é constituído por mais de 100 obras em versão manuscrita, constituídas por música instrumental sinfónica e de câmara, música para piano, para canto e piano, para coro, música de bailado, ópera radiofónica e bandas sonoras para cinema de ficção e documental. Contém ainda cadernos de apontamentos, cerca de 500 espécies impressas (livros, partituras, programas de concertos, etc.) e ainda algumas cópias manuscritas de obras de outros autores (algumas com dedicatória) como Fernando Lopes Graça e Alberto Ginastera, entre outros.

Embora a obra de Joly Braga Santos tenha uma projecção nacional e mundial bastante superior à da maioria dos compositores portugueses do século 20, a doação deste espólio à Biblioteca Nacional de Portugal representa para músicos e para investigadores a possibilidade de contactar directamente com os manuscritos do compositor, explorando assim aspectos menos conhecidos da sua produção musical bem como do seu método de trabalho e do seu processo criativo.

O espólio agora entregue será, futuramente, completado com documentação de carácter biográfico, da qual se destaca a correspondência trocada com músicos portugueses com quem manteve uma relação de recíproca admiração como Fernando Lopes Graça, Luís de Freitas Branco e Álvaro Cassuto.


(Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Augusto Machado e o seu tempo

Está a decorrer, desde 22 de Janeiro e até 19 de Fevereiro, no Foyer Aberto do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, um ciclo de concertos de canto e piano, intitulado "Augusto Machado e o seu tempo" organizados pelo Maestro João Paulo Santos.
Este ciclo, que decorre às quintas-feiras, apresenta uma visão abrangente da obra do compositor português Augusto Machado (1845-1924) bem como de outros compositores seus contemporâneos portugueses - nomeadamente Alfredo Keil (1850-1907), Óscar da Silva (1870-1958), António Fragoso (1897-1918), Viana da Mota (1868-1948), Luís de Freitas Branco (1890-1955), João Guilherme Daddi (1814-1887) e Joaquim Casimiro (1808-1862) - e estrangeiros - nomeadamente Hervé (pseudónimo de Florimond Ronger, 1825-1892), Jacques Offenbach (pseudónimo de Jacob Eberst, 1819-1880) e Angelo Frondoni (1812-1891).

Com um programa variado e apelativo, este ciclo permite um contacto com compositores portugueses cujos nomes até podem ser mais ou menos conhecidos de um grande público mas cuja música é pouco ou nada executada, não só por falta de interesse por parte dos músicos mas também porque se encontra ainda por publicar.

O espólio documental de Augusto Machado encontra-se, desde há dias, integralmente reunido na Biblioteca Nacional de Portugal, graças à documentação generosamente doada pela sua bisneta, Maria Constança, a qual veio completar o espólio existente e que tinha sido vendido ao extinto IPPC, na década de 80, pelo outro herdeiro (no Programa abaixo vai a ligação para as fontes disponíveis na Biblioteca Nacional).

Cumpre também lembrar que o compositor foi um dos membros do Cenáculo, tertúlia literária de que fizeram parte Jaime Batalha Reis, Eça de Queirós, Salomão Saragga, Lobo de Moura, Manuel de Arriaga, Antero de Quental, Guerra Junqueiro e José Fontana. Desta tertúlia nasceram as famosas Conferências Democráticas do Casino, em 1871, que marcaram a formação da que ficaria conhecida por "geração de 70". Machado inspiraria Eça na criação de Cruges, o compositor de "Os Maias", descrito como «um diabo adoidado, maestro, pianista, com uma pontinha de génio».

«- Ninguém faz nada, disse Carlos espreguiçando-se. Tu, por exemplo, que fazes?
Cruges, depois de um silêncio, rosnou encolhendo os ombros:
- Se eu fizesse uma boa ópera, quem é que ma representava?
- E se o Ega fizesse um belo livro, quem é que lho lia?
O maestro terminou por dizer:
- Isto é um país impossível... Parece-me que também vou tomar café.» (Os Maias)

22 de Janeiro: CANTO E PIANO

AUGUSTO MACHADO
* Voli un giorno
* Sempre più t'amo 1873
* Soneto (Luís de Camões) 1880
* Bonjour Suzon (Alfred de Musset) 1884

ALFREDO KEIL
* Angoisse apaisée (Antoine Cros)

ÓSCAR DA SILVA
* Le chant du cygne (Luís de Camões)

ANTÓNIO FRAGOSO
* Sérénade (Paul Verlaine) 1917

VIANNA DA MOTTA
* Canção Perdida (Guerra Junqueiro) 1895

LUÍS DE FREITAS BRANCO
* Aquela moça (Augusto de Lima) 1904

AUGUSTO MACHADO
* Margarida (Eça Leal) 1908
* Era uma vez (Virgínia Victorino) 1915
* Amor! Amor! (Augusto Gil) 1919
* Pro Pace 1918
* Baccio sprezzato (Camaiti) 1918
* Primo baccio (Corradeti) 1917
* Nocturne de la douxième heure (Henri d'Erville) 1910
* La lettre (Edmond Rostand) 1912
* La Querelle (Comtesse de Noailles)
* Valse-Impromptu (Alfred de Musset)

Soprano Lara Martins
Barítono Luís Rodrigues

29 de Janeiro: ÓPERA

AUGUSTO MACHADO

LAURIANE (Magne e Guiou)1883
* M'y voilà donc!...D'une âpre ambition (D'Alvimar)
* Comme l'aube diaphane (Jovelin)
* Fuyez ce D'Alvimar (Lauriane, Jovelin)

I DORIA (A. Ghislanzoni) 1887
* Fidati a me!...Al deseto natio (Moro)
* Ho ben compreso?...Egli è là (Leonora, Fieschi)

MARIO WETTER (R. Leoncavallo) 1898
* Cena (Lydia, De Sora)

LA BORGHESINA (Golisciani) 1909
* Un'aura balsamica (Amanda)
* Trasse al bosco nel verno (Lisa, De Sterny)
* Viva l'amor (Flaminia)
* Da St. Germain tornando (Prospero, De Sterny)

ROSAS DE TODO O ANO (Júlio Dantas) 1920
* Cena (Inês)

Soprano Ana Ester Neves
Tenor João Cipriano Martins
Barítono João Merino

5 de Fevereiro: MÚSICA DE CÂMARA

AUGUSTO MACHADO
* Vieilleries: Menuet, Gavotte, Gigue Portugaise

JOÃO GUILHERME DADDI
* Larghetto ( 2º Andamento de Morceau de Salon)

ALFREDO KEIL
* Juin langoureux

AUGUSTO MACHADO
* Bolero et Andante 1870
* Berceuse
* Maria Constança - Valsa (dedicada à neta) 1914
* Prelúdio e Fuga 1917
* Miniaturas
* Petits jeux
* Cache cache
* Colin maillard

VIANNA DA MOTTA
* Cena nas Montanhas e Presto (2º e 3º Andamentos de Quarteto em sol maior) 1895

Quarteto Vianna da Motta:
Violino I António Figueiredo
Violino II Witold Dziuba
Viola Hugo Diogo
Violoncelo Irene Lima

19 de Fevereiro: OPERETA

HERVÉ

LE PETIT FAUST (Jaime e Crémieux) 1869
* Complainte du roi de Thulé

JACQUES OFFENBACH

ORPHEE AUX ENFERS (Crémieux e Halévy) 1874
* Couplets des baisers

LA GRAND-DUCHESSE DE GEROLSTEIN (Meilhac e Halévy) 1867
* Air de la lettre

ANGELO FRONDONI

O BEIJO (Silva Leal) 1844
* Tal não sou, bela Joaninha (Joaninha, Filipe)

JOAQUIM CASIMIRO

NEM TURCO NEM RUSSO (Costa Cascais)1844
* Couplets turcos

A MULHER DE TRÊS MARIDOS
* Couplets

AUGUSTO MACHADO

A CRUZ DE OURO (Athaíde e R. Lima) 1873
* Romanza d'Austerlitz

A GUITARRA (Eça Leal) 1902
* Quarteto (Eufémia, Alexandrina, Joaquim, Mimoso)

PICCOLINO (V, Sardou/E. Garrido) 1889
* Couplets de Frederico

A LEITORA DA INFANTA (tradução de Eça Leal) 1893
* Trio e Couplets (Mercedes, Rafael, Doutor)
* Serenata (Rafael)

OS FILHOS DO CAPITÃO-MÓR (E. Schwalbach) 1896
* Quarteto dos Ecos (Maria, Cogominho, Gonçalo, Romão)

TIÇÃO NEGRO (H. Lopes de Mendonça) 1902
* Duetino (Cecília, Apariço)

VÉNUS (A. Antunes) 1905
* Romanza
* Valsa do fogo
* Canção báquica

O ESPADACHIM DO OUTEIRO (H. Lopes de Mendonça) 1910
* Dueto (Frangalho, Violante)
* Aria (Ines)
* Dueto (Violante, Inês)

O RAPTO DE HELENA (A. Antunes) 1902
* Couplets (Giraffier)
* Brinde-Valsa

Soprano Dora Rodrigues
Soprano Sandra Medeiros
Tenor Mário Alves
Barítono Mário Redondo

Augusto Machado e o seu tempo

This post in english.

Está a decorrer, desde 22 de Janeiro e até 19 de Fevereiro, no Foyer Aberto do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, um ciclo de concertos de canto e piano, intitulado "Augusto Machado e o seu tempo" organizados pelo Maestro João Paulo Santos.
Este ciclo, que decorre às quintas-feiras, apresenta uma visão abrangente da obra do compositor português Augusto Machado (1845-1924) bem como de outros compositores seus contemporâneos portugueses - nomeadamente Alfredo Keil (1850-1907), Óscar da Silva (1870-1958), António Fragoso (1897-1918), Viana da Mota (1868-1948), Luís de Freitas Branco (1890-1955), João Guilherme Daddi (1814-1887) e Joaquim Casimiro (1808-1862) - e estrangeiros - nomeadamente Hervé (pseudónimo de Florimond Ronger, 1825-1892), Jacques Offenbach (pseudónimo de Jacob Eberst, 1819-1880) e Angelo Frondoni (1812-1891).

Com um programa variado e apelativo, este ciclo permite um contacto com compositores portugueses cujos nomes até podem ser mais ou menos conhecidos de um grande público mas cuja música é pouco ou nada executada, não só por falta de interesse por parte dos músicos mas também porque se encontra ainda por publicar.

O espólio documental de Augusto Machado encontra-se, desde há dias, integralmente reunido na Biblioteca Nacional de Portugal, graças à documentação generosamente doada pela sua bisneta, Maria Constança, a qual veio completar o espólio existente e que tinha sido vendido ao extinto IPPC, na década de 80, pelo outro herdeiro (no Programa abaixo vai a ligação para as fontes disponíveis na Biblioteca Nacional).

Cumpre também lembrar que o compositor foi um dos membros do Cenáculo, tertúlia literária de que fizeram parte Jaime Batalha Reis, Eça de Queirós, Salomão Saragga, Lobo de Moura, Manuel de Arriaga, Antero de Quental, Guerra Junqueiro e José Fontana. Desta tertúlia nasceram as famosas Conferências Democráticas do Casino, em 1871, que marcaram a formação da que ficaria conhecida por "geração de 70". Machado inspiraria Eça na criação de Cruges, o compositor de "Os Maias", descrito como «um diabo adoidado, maestro, pianista, com uma pontinha de génio».

«- Ninguém faz nada, disse Carlos espreguiçando-se. Tu, por exemplo, que fazes?
Cruges, depois de um silêncio, rosnou encolhendo os ombros:
- Se eu fizesse uma boa ópera, quem é que ma representava?
- E se o Ega fizesse um belo livro, quem é que lho lia?
O maestro terminou por dizer:
- Isto é um país impossível... Parece-me que também vou tomar café.» (Os Maias)

22 de Janeiro: CANTO E PIANO

AUGUSTO MACHADO
* Voli un giorno
* Sempre più t'amo 1873
* Soneto (Luís de Camões) 1880
* Bonjour Suzon (Alfred de Musset) 1884

ALFREDO KEIL
* Angoisse apaisée (Antoine Cros)

ÓSCAR DA SILVA
* Le chant du cygne (Luís de Camões)

ANTÓNIO FRAGOSO
* Sérénade (Paul Verlaine) 1917

VIANNA DA MOTTA
* Canção Perdida (Guerra Junqueiro) 1895

LUÍS DE FREITAS BRANCO
* Aquela moça (Augusto de Lima) 1904

AUGUSTO MACHADO
* Margarida (Eça Leal) 1908
* Era uma vez (Virgínia Victorino) 1915
* Amor! Amor! (Augusto Gil) 1919
* Pro Pace 1918
* Baccio sprezzato (Camaiti) 1918
* Primo baccio (Corradeti) 1917
* Nocturne de la douxième heure (Henri d'Erville) 1910
* La lettre (Edmond Rostand) 1912
* La Querelle (Comtesse de Noailles)
* Valse-Impromptu (Alfred de Musset)

Soprano Lara Martins
Barítono Luís Rodrigues

29 de Janeiro: ÓPERA

AUGUSTO MACHADO

LAURIANE (Magne e Guiou)1883
* M'y voilà donc!...D'une âpre ambition (D'Alvimar)
* Comme l'aube diaphane (Jovelin)
* Fuyez ce D'Alvimar (Lauriane, Jovelin)

I DORIA (A. Ghislanzoni) 1887
* Fidati a me!...Al deseto natio (Moro)
* Ho ben compreso?...Egli è là (Leonora, Fieschi)

MARIO WETTER (R. Leoncavallo) 1898
* Cena (Lydia, De Sora)

LA BORGHESINA (Golisciani) 1909
* Un'aura balsamica (Amanda)
* Trasse al bosco nel verno (Lisa, De Sterny)
* Viva l'amor (Flaminia)
* Da St. Germain tornando (Prospero, De Sterny)

ROSAS DE TODO O ANO (Júlio Dantas) 1920
* Cena (Inês)

Soprano Ana Ester Neves
Tenor João Cipriano Martins
Barítono João Merino

5 de Fevereiro: MÚSICA DE CÂMARA

AUGUSTO MACHADO
* Vieilleries: Menuet, Gavotte, Gigue Portugaise

JOÃO GUILHERME DADDI
* Larghetto ( 2º Andamento de Morceau de Salon)

ALFREDO KEIL
* Juin langoureux

AUGUSTO MACHADO
* Bolero et Andante 1870
* Berceuse
* Maria Constança - Valsa (dedicada à neta) 1914
* Prelúdio e Fuga 1917
* Miniaturas
* Petits jeux
* Cache cache
* Colin maillard

VIANNA DA MOTTA
* Cena nas Montanhas e Presto (2º e 3º Andamentos de Quarteto em sol maior) 1895

Quarteto Vianna da Motta:
Violino I António Figueiredo
Violino II Witold Dziuba
Viola Hugo Diogo
Violoncelo Irene Lima

19 de Fevereiro: OPERETA

HERVÉ

LE PETIT FAUST (Jaime e Crémieux) 1869
* Complainte du roi de Thulé

JACQUES OFFENBACH

ORPHEE AUX ENFERS (Crémieux e Halévy) 1874
* Couplets des baisers

LA GRAND-DUCHESSE DE GEROLSTEIN (Meilhac e Halévy) 1867
* Air de la lettre

ANGELO FRONDONI

O BEIJO (Silva Leal) 1844
* Tal não sou, bela Joaninha (Joaninha, Filipe)

JOAQUIM CASIMIRO

NEM TURCO NEM RUSSO (Costa Cascais)1844
* Couplets turcos

A MULHER DE TRÊS MARIDOS
* Couplets

AUGUSTO MACHADO

A CRUZ DE OURO (Athaíde e R. Lima) 1873
* Romanza d'Austerlitz

A GUITARRA (Eça Leal) 1902
* Quarteto (Eufémia, Alexandrina, Joaquim, Mimoso)

PICCOLINO (V, Sardou/E. Garrido) 1889
* Couplets de Frederico

A LEITORA DA INFANTA (tradução de Eça Leal) 1893
* Trio e Couplets (Mercedes, Rafael, Doutor)
* Serenata (Rafael)

OS FILHOS DO CAPITÃO-MÓR (E. Schwalbach) 1896
* Quarteto dos Ecos (Maria, Cogominho, Gonçalo, Romão)

TIÇÃO NEGRO (H. Lopes de Mendonça) 1902
* Duetino (Cecília, Apariço)

VÉNUS (A. Antunes) 1905
* Romanza
* Valsa do fogo
* Canção báquica

O ESPADACHIM DO OUTEIRO (H. Lopes de Mendonça) 1910
* Dueto (Frangalho, Violante)
* Aria (Ines)
* Dueto (Violante, Inês)

O RAPTO DE HELENA (A. Antunes) 1902
* Couplets (Giraffier)
* Brinde-Valsa

Soprano Dora Rodrigues
Soprano Sandra Medeiros
Tenor Mário Alves
Barítono Mário Redondo

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Encontro de bibliotecas de música do Quebec

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Agradeço ao Pedro Penteado esta informação.

«A secção do Quebec do CAML tem o prazer de anunciar o seu primeiro encontro anual que terá lugar na sexta-feira, 24 de Outubro, na Laval University na cidade do Quebec. Este encontro de um dia é o sucessor do Rencontre des bibliothèques de musique du Québec.
Todos os que trabalham em bibliotecas de música e/ou estão interessados em biblioteconomia musical no Quebec são bem vindos. Será explorado um amplo conjunto de temas de biblioteconomia musical. O dia começará com apresentações sobre colecções musicais no Quebec e RDA: Resourece Description and Access, a nova norma de catalogação criada para suceder às AACR2. O primeiro encontro geral anual terá lugar durante o almoço depois do qual convidamos a assistir a dois painéis: um sobre processamento de materiais musicais e o segundo sobre a concepção de novos espaços para bibliotecas de música. Serão também oferecidas visitas à secção de artes e música da Biblioteca de Humanidades e Ciências Sociais da Laval University.
O dia terminará com um cocktail.
Para mais pormenores sobre o encontro: http://www.sqacbm.org.
We look forward to seeing you this fall!Justine Lamoureux,Communications Officer, Quebec Chapter of CAML»